Afiliados: Como Fazer Tua Primeira Venda?

27 Nov 2018 04:43
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<h1>E Talvez Voc&ecirc; N&atilde;o Tenha Percebido</h1>

<p>Centenas de pessoas viajam no mesmo avi&atilde;o por&eacute;m nem todas pelos mesmos motivos. Alguns ir&atilde;o a passeio, outros a servi&ccedil;o, uma cota vai para outro destino. Em comum o evento de estarem na mesma aeronave e de confiarem (e dependerem) da tripula&ccedil;&atilde;o. Num fundo imobili&aacute;rio milhares de cotistas participam do mesmo autom&oacute;vel de investimento, uns com interesses em renda, outros em ganho de capital, uma fra&ccedil;&atilde;o “descer&aacute;” pela primeira chance de lucro e outros seguir&atilde;o com destino no decorrer tempo.</p>

<p>Em comum o evento de estarem no mesmo fundo e de confiarem (e dependerem) dos administradores e gestores. Apesar de deixar o comando do avi&atilde;o por conta do piloto, co-piloto e engenheiro, todos param o que est&atilde;o fazendo logo que o comandante come&ccedil;a a tratar. Todos gostam de saber se as coisas v&atilde;o bem, seguindo como o planejado, ou se enfrentar&atilde;o turbul&ecirc;ncias.</p>

<p>O piloto de um FII &eacute; o gestor e, tal qual o piloto do avi&atilde;o, comunica aos seus cotistas como anda a circunst&acirc;ncia do fundo por meio dos relat&oacute;rios gerenciais, geralmente uma vez por m&ecirc;s. Contudo nem sempre os cotistas d&atilde;o a devida aten&ccedil;&atilde;o aos relatos do comandante. A instru&ccedil;&atilde;o CVM 472, que regula os FII, diz que o cotista tem uma &uacute;nica responsabilidade que &eacute; pagar pelas cotas que subscrever. Eu incluiria uma segunda responsabilidade: ler os relat&oacute;rios gerenciais. Creio que o m&iacute;nimo que um investidor deveria fazer &eacute; seguir o que vem sendo feito do seu respectivo dinheiro e a forma mais f&aacute;cil de faz&ecirc;-lo &eacute; lendo os relat&oacute;rios mensais. Quanto mais informa&ccedil;&atilde;o melhor (leia assim como transpar&ecirc;ncia gera valor).</p>
<ul>
<li>Mostre o seu recinto de trabalho</li>
<li>Epis&oacute;dio 354</li>
<li>Oferecer brilho no ch&atilde;o ap&oacute;s encerar</li>
<li>Home de Filmes</li>
<li>Edson carvalho citou: 31/07/doze &aacute;s 06:Vinte e quatro</li>
</ul>

<p>E s&atilde;o nossas as suas emo&ccedil;&otilde;es. Suas l&aacute;grimas e suor, seus m&uacute;sculos cansados. E todos os seus sorrisos de alegria e euforia. Somos n&oacute;s l&aacute; tamb&eacute;m. SEXTA-FEIRA - vinte de abril - 20h … Blubell canta &Aacute;lbum Branco … Comemorando os cinquenta anos da estreia do &Aacute;lbum Branco, dos Beatles, a cantora, compositora (e beatleman&iacute;aca) Blubell faz show em homenagem aos fab four. Com o trio Richard Ribeiro (bateria), Bruno Serroni (cello) e Z&eacute; Ruivo (teclados), ela rel&ecirc; can&ccedil;&otilde;es como Blackbird, Revolution, While My Guitar Gently Weeps, Long Long Long (que ela gravou com o trio BlackTie) e Happiness is a Warm Gun. 60. No Tupi or not Tupi, &agrave; estrada Fidalga, 360. No conclus&atilde;o de 2016 estive no show de lan&ccedil;amento do cd, ‘Confiss&otilde;es de Camarim’ (aqui, o &aacute;lbum completo).</p>

<p>Olhe o que j&aacute; escrevi a respeito ela. Uma exposi&ccedil;&atilde;o de Blubell cantando Beatles n&atilde;o &eacute; coisa que se perca. Estou ouvindo sem parar o cd ‘Confiss&otilde;es de Camarim’, da Blubell (essencialmente a m&uacute;sica ‘Cosmos’) e gostaria de deixar claro mais novas coisas sobre o jeito dela compor. As m&uacute;sicas soam familiares, parecem sa&iacute;das de um passado que vivenciamos. Trazem um arrepio nost&aacute;lgico, uma saudade que n&atilde;o sabemos de qu&ecirc;, uma quase impress&atilde;o de satisfa&ccedil;&atilde;o. Nos remetem a um o&aacute;sis em meio ao concreto, um recanto rec&eacute;m-descoberto onde a alegrias e afetos est&atilde;o conservados.</p>

<p>Lembran&ccedil;as de &eacute;pocas que nem sequer conhecemos, todavia nos sentimos por&ccedil;&atilde;o. Somos levados at&eacute; l&aacute; pelas m&atilde;os magas da arte, na voz de Blubell. No dia quatrorze de mar&ccedil;o, deste modo, h&aacute; cinco semanas, a vereadora Marielle Franco (PSOL), de 37 anos, foi assassinada no bairro da Lapa, no Rio. Ela era relatora da Comiss&atilde;o dos Direitos Humanos que acompanhava a interven&ccedil;&atilde;o no RJ. Havia feito den&uacute;ncia contra abusos policiais e voltava de um evento com adolescentes negras no momento em que foi baleada. Anderson Gomes, motorista do ve&iacute;culo em que ela estava, bem como foi executado.</p>

<p>Protestos e manifesta&ccedil;&otilde;es contra o b&aacute;rbaro crime se repetem todos os dias em muitas cidades brasileiras (inclusive no Sarau da Maria, de s&aacute;bado passado). Marielle lutava por justi&ccedil;a, inclus&atilde;o e igualdade de direitos. Defendia as causas que todos n&oacute;s, artistas e coletivos dos saraus, tamb&eacute;m defendemos. Este web site continua aguardando o esclarecimento do caso e a puni&ccedil;&atilde;o dos assassinos.</p>

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